Ana ama gatos :)

Puxa, amei o post da Lidi e da Lídia sobre os amigos dogs delas! Não resisti! Quero falar do meus filhos pets também.

Sim, são gatos, 2, um menino e uma menina.

A mais velha tem cerca de 3 anos (nunca se sabe ao certo quando se tratar de adotivos). A Tuka veio de um abrigo de animais abandonados: Beco da Esperança (http://www.becodaesperanca.org/), foi Fábio Eugênio, meu marido quem escolheu, ou foi escolhido por ela. Ela era pequenininha e com pêlo curto… cresceu e os pêlos tornaram-se longos e abundantes!

O caçula é o Mano Fumaça. Ele apanhou muito de uma criança e uma veterinária recolheu da dona e deixou para adoção.

Era bem pequenininho e logo a Tuka assumiu o papel da irmã mais velha!

Preciso dizer que são muito dóceis, carinhosos e companheiros! Sedutores, sim, como bons felinos, mas não são traidores e nem trazem mal agouro como muita gente pensa! São quase como cães…kkkk. A grande vantagem é a independência e o fazer as necessidades fisiológicas na caixinha de areia sempre.

E, por mais que a gente crie trate igual, eles são bem diferentes.

Fumaça é mais bagunceiro, Corinthiano (para meus desespero) e adora fazer pose para fotos.
Tuka é mais companheira, São Paulina Pó de Arroz e adora colo… principalmente do Fábio!

Me sinto melhor depois que eles chegaram… eu que nunca tive animais de estimação na infância, sou apaixonada pelos meus filhos gatos.

Adoro vê-los juntos! Não são muito fofos ??

Nos falamos na sequência…
Bjs,
Ana

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Amigo é tudo de bom! :)

AMIGO é tudo de bom, néh?!
Fiz jus ao tema e convidei minha queridah amiga Lídia para dividir esse post.

Hoje vamos falar daquele AMIGO que dificilmente encontramos de mal humor ou que vive reclamando da vida, conhece?!
Aquele… que está sempre disposto a receber você com o rabinho balançando, acompanhado daqueles latidos de boas-vindas, e que considera você a melhor pessoa do mundo.

Sim! Os DOGS são amigos fiéis. De raça, de rua, comprado, adotado, pequeno, grande, sapeca, dócil, feio ou bonito, cada um tem o seu charme e a vontade de ser seu companheiro sempre! 

São Paulo

Johnny, eu encontrei em 2005. Ele estava em uma feira de adoção em um supermercado. Lídia e mais uma amiga, participaram desse amor a primeira vista… acabei adotando! 
Chegou em casa com aproximadamente oito meses

Passei por um processo de adaptação. Nunca fui muito apegada a bichos mas já se passaram SEIS ANOS, e posso dizer com propriedade: É o meu grande amigo. É muito mágico ver que ele te reconhece pelo cheiro, pela voz… e retribui o carinho que você lhe proporciona.

Seu brinquedo predileto é um pedaço de trapo

Cachorro dá bastante trabalho. É mais um integrante da família. Necessita de cuidados, disciplina, e muito, mas muito CARINHO. Mas garanto: VALE MUITO A PENA. Só quem tem um bicho sabe do que estou falando.

Minha sugestão é que caso você tenha condições, adote um também. Mas atenção: se comprometa a cuidar dele, tenho certeza que você não vai se arrepender.

Conheça algumas formas de adotar um bicho:

http://www.clubedosviralatas.org.br/
http://www.pedigreeadotaretudodebom.com.br/

E não se esqueça de praticar a cidadania, ok?!
Todas as vezes que for passear com o seu cão, recolha o “cocô”!
Em Taiwan, por exemplo, você pode concorrer a prêmios, veja:

http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/12/taiwaneses-trocam-sacos-de-coco-de-cachorro-por-bilhetes-de-loteria.html

Bjo • Lidiani

Curitiba

Minha história com os bichos é complicada. Amor demais, educação de menos. Sim, eu assumo: sou maluca por cães. Já tive um gatinho que se chamava Natô (infelizmente não tenho fotos digitalizadas dele). Depois dele veio o pinscher Joca, que namorou com a Pupi e nasceu o Zeca, nosso segundo cachorro. Os dois viveram por mais de 13 anos, e morreram já bem velhinos. Foi uma merda droga porque parte da gente também morre um pouquinho quando eles se vão.

O pinscher Joca

Zeca, o filho do Joca

Logo depois adotamos o Bobi, um pinscher-poodle muito arteiro que hoje mora com meus pais em São Paulo. No meio de tudo apareceu um gato, que chamávamos de Rhaja Massala, mas ele foi passear e nunca mais voltou. E por fim o beagle Costelinha (que chamamos de Costela, Cusca, Cuca e Du-dui) e mora comigo e o maridão aqui em Curitiba.

O pinscher-poodle Bobi

O gato charmoso Rhaja Massala

O beagle Costela

 

Costelinha dormindo tranquilo

Essa apresentação da bicharada serve prá dizer que quando a gente gosta, ele retornam todo o carinho e amor que você dá a eles.

Conheço muitas pessoas aqui na cidade que adotaram bichos. Tempos atrás entrei em contato com a Associação do Amigo Animal porque vi lá no site que eles estavam precisando (e precisam constantemente) de voluntários. Eu e a Lidiani desenhamos algumas estampas de camisetas para eles venderem a arrecadarem verba para continuarem cuidando dos bichos.

Confira algumas associações que cuidam e fazem doações da bicharada aqui em Curitiba:

http://www.quatropatas.org.br/

http://www.projetofocinhos.org.br/

http://www.spacuritiba.org.br/

http://becodaesperanca.org/

GOSTARIA DE LEMBRAR QUE ESSAS E OUTRAS ASSOCIAÇÕES PRESTAM UM SERVIÇO QUE É DE RESPONSABILIDADE DO ESTADO. CUIDAR DA SUPERPOPULAÇÃO DE ANIMAIS.

Quem quiser ajudar, adotar, doar ração e outras coisas mais é só conferir nos links acima como fazer.

É isso,
Beijos para LL
Lídia :)

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Dica PRECIOSA

Hey!
Sabe aqueles dias que acordamos com um “baita” mal humor?!
Aquela vontade gigante de mandar todo mundo pro espaço, achando que todos tem culpa, e que o mundo conspira contra a sua pessoa?!… Ou então aquela TPM master que avassala corações e deixa qualquer “queridah” com paciência zero!?
Já passou por isso, néh!? Eu também! rs

A dica de hoje é pra amenizar essas ocilações e tentar ver a vida de outra maneira e perceber que nossos problemas são bem pequeninos diante do que realmente sofrem algumas pessoas mundo afora.

Recentemente li um livro chamado Preciosa, da autora Sapphire e tradução de Alves Calado. A narração gira em torno da adolescente Harlem Claireece Precious Jones. Garota obesa, negra, pobre, analfabeta e grávida pela segunda vez de seu pai. E se não bastasse tantas tragédias, é vítima de abusos físicos e psicológicos por parte de mãe.

Confesso: é um livro que faz chorar de corpo e alma, portanto reserve os lencinhos! (eu, pelo menos me emocionei pra caramba).     


Caso você não seja muito fã dos livros, vale a pena assitir o filme interpretado pela atriz Gabourey Sidibe (excelente interpretação) e dirigido pelo Lee Daniels. Vale lembrar que o livro é bem melhor em matéria de detalhes.

Ficha técnica
Diretor: Lee Daniels
Elenco: Gabourey Sidibe, Mo’Nique, Paula Patton, Mariah Carey, Lenny Kravitz.
Produção: Sarah Siegel-Magness, Lee Daniels, Gary Magness
Roteiro: Geoffrey Fletcher, baseado no romance de Sapphire
Fotografia: Andrew Dunn
Trilha Sonora: Mario Grigorov
Duração: 110 min.
Ano: 2009
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: PlayArte
Estúdio: Lee Daniels Entertainment / Lionsgate / Smokewood Entertainment Group
Classificação: 12 anos

É isso! Caso você já tenho assistido ou feito a leitura, compartilhe a sua opinião!
Caso contrário, boa leitura e um ótimo filme!

bjo • Lidiani

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Aqui perto

Dja e Zezé no final da trilha dos Arenitos, no Parque Estadual de Vila Velha (foto: Lídia Gomes)

Neste sábado que passou saí de Curitiba para conhecer o Parque Estadual de Vila Velha ou Itacueretaba (do Tupi, “cidade perdida de Pedra). Um trajeto de apenas 90,2km (segundo o Google Maps), 1 hora e pouco de viagem.

Realmente, uma linda surpresa!

Acompanhada de meus pais, do maridão e de um maravilhoso dia de sol, pude conferir uma das mais belas paisagens que já visitei. Infelizmente as imagens que registrei não mostram o quão impressionante é o lugar. Nem sei se algum fotógrafo conseguiria alcançar tal proeza.

É muito fácil chegar lá. Na estrada (BR-376, sentindo Curitiba – Ponto Grossa), a sinalização para o acesso ao parque é muito boa. Existem monitores que te auxiliam e explicam como tudo funciona.

Existem dois passeios disponíveis para os visitantes. A Trilha dos Arenitos e o passeio a Furnas e a Lagoa Dourada. Por causa do feriado o parque estava bem cheio e chegamos tarde para fazermos o passeio a Furnas e a Lagoa Dourada. Então, fomos para a Trilha dos Arenitos. Compramos os ingressos (10 reais por pessoa, e 1/2 entrada para idosos, estudantes, doadores de sangue do Estado do Paraná, e moradores de Ponta Grossa) e logo em seguida fomos assistir um vídeo que explica a origem da formação dos arenitos, a característica de cada passeio, e como o visitante deve se comportar para que o parque seja preservado.

E lá fomos nós.

O “Camelo”, no começo da trilha (Foto: Lídia Gomes)
Na trilha, temos que olhar para todos os lados pois a cada passo se criam novas paisagens (Foto: Lídia Gomes)

Detalhe da formação dos arenitos (Foto: Lídia Gomes)

Uma árvore no meio das pedras (Foto: Lídia Gomes)

Foto com meu pai, para termos uma referência da altura da coisa! (Foto: Lídia Gomes)

Haja coluna para tirar foto de lá de cima (Foto: Lídia Gomes)

Lá em cima… (Foto: Lídia Gomes)

…urubus fofinhos (Foto: Lídia Gomes)

Formação chamada de “Gorila” (Foto: Lídia Gomes)

Detalhe “Gorila” (Foto: Lídia Gomes)

A cada passo a posição da paisagem se altera e a foto muda (Foto: Lídia Gomes)

A trilha no meio das pedras (Foto: Lídia Gomes)

Detalhe da vegetação local (Foto: Lídia Gomes)

Detalhe da vegetação local (Foto: Lídia Gomes)

Formação chamada “Taça”, a ‘preciosa’ do parque (Foto: Lídia Gomes)

A Taça, papis e eu. (Foto: Visitantes simpáticos)

Para concluir, aqui vão algumas informações importantes:

  • A Trilha dos Arenitos tem vários degraus e obstáculos que impossibilitam o acesso de cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção.
  • Saindo de Curitiba, não esqueça o dinheiro do pedágio. Que por sinal é caríssimo. Ida e volta R$ 29,60.
  • Vá com roupas e calçados confortáveis. Não deixe de levar uma garrafinha de água.
  •  Se quiserem ir ao passeio de Furnas e a Lagoa Dourada é bom chegar cedo, pois as vagas são bem concorridas.
  • Não deixe de levar sua câmera fotográfica, e na trilha olhe para todos os lados, inclusive para trás.

E chegando ao fim, a dica mais importante: conheça o que está ao seu redor. Não achei que me surpreenderia tanto com um parque “aqui perto”, e na verdade não fazia ideia do que me esperava.

Isso já me aconteceu anteriormente, na Praia de Coqueirinho, na Paraíba. Mas essa é uma outra história…

É isso,
Beijos para LL
Lídia :)

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