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Amigo é tudo de bom! :)

AMIGO é tudo de bom, néh?!
Fiz jus ao tema e convidei minha queridah amiga Lídia para dividir esse post.

Hoje vamos falar daquele AMIGO que dificilmente encontramos de mal humor ou que vive reclamando da vida, conhece?!
Aquele… que está sempre disposto a receber você com o rabinho balançando, acompanhado daqueles latidos de boas-vindas, e que considera você a melhor pessoa do mundo.

Sim! Os DOGS são amigos fiéis. De raça, de rua, comprado, adotado, pequeno, grande, sapeca, dócil, feio ou bonito, cada um tem o seu charme e a vontade de ser seu companheiro sempre! 

São Paulo

Johnny, eu encontrei em 2005. Ele estava em uma feira de adoção em um supermercado. Lídia e mais uma amiga, participaram desse amor a primeira vista… acabei adotando! 
Chegou em casa com aproximadamente oito meses

Passei por um processo de adaptação. Nunca fui muito apegada a bichos mas já se passaram SEIS ANOS, e posso dizer com propriedade: É o meu grande amigo. É muito mágico ver que ele te reconhece pelo cheiro, pela voz… e retribui o carinho que você lhe proporciona.

Seu brinquedo predileto é um pedaço de trapo

Cachorro dá bastante trabalho. É mais um integrante da família. Necessita de cuidados, disciplina, e muito, mas muito CARINHO. Mas garanto: VALE MUITO A PENA. Só quem tem um bicho sabe do que estou falando.

Minha sugestão é que caso você tenha condições, adote um também. Mas atenção: se comprometa a cuidar dele, tenho certeza que você não vai se arrepender.

Conheça algumas formas de adotar um bicho:

http://www.clubedosviralatas.org.br/
http://www.pedigreeadotaretudodebom.com.br/

E não se esqueça de praticar a cidadania, ok?!
Todas as vezes que for passear com o seu cão, recolha o “cocô”!
Em Taiwan, por exemplo, você pode concorrer a prêmios, veja:

http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2011/12/taiwaneses-trocam-sacos-de-coco-de-cachorro-por-bilhetes-de-loteria.html

Bjo • Lidiani

Curitiba

Minha história com os bichos é complicada. Amor demais, educação de menos. Sim, eu assumo: sou maluca por cães. Já tive um gatinho que se chamava Natô (infelizmente não tenho fotos digitalizadas dele). Depois dele veio o pinscher Joca, que namorou com a Pupi e nasceu o Zeca, nosso segundo cachorro. Os dois viveram por mais de 13 anos, e morreram já bem velhinos. Foi uma merda droga porque parte da gente também morre um pouquinho quando eles se vão.

O pinscher Joca

Zeca, o filho do Joca

Logo depois adotamos o Bobi, um pinscher-poodle muito arteiro que hoje mora com meus pais em São Paulo. No meio de tudo apareceu um gato, que chamávamos de Rhaja Massala, mas ele foi passear e nunca mais voltou. E por fim o beagle Costelinha (que chamamos de Costela, Cusca, Cuca e Du-dui) e mora comigo e o maridão aqui em Curitiba.

O pinscher-poodle Bobi

O gato charmoso Rhaja Massala

O beagle Costela

 

Costelinha dormindo tranquilo

Essa apresentação da bicharada serve prá dizer que quando a gente gosta, ele retornam todo o carinho e amor que você dá a eles.

Conheço muitas pessoas aqui na cidade que adotaram bichos. Tempos atrás entrei em contato com a Associação do Amigo Animal porque vi lá no site que eles estavam precisando (e precisam constantemente) de voluntários. Eu e a Lidiani desenhamos algumas estampas de camisetas para eles venderem a arrecadarem verba para continuarem cuidando dos bichos.

Confira algumas associações que cuidam e fazem doações da bicharada aqui em Curitiba:

http://www.quatropatas.org.br/

http://www.projetofocinhos.org.br/

http://www.spacuritiba.org.br/

http://becodaesperanca.org/

GOSTARIA DE LEMBRAR QUE ESSAS E OUTRAS ASSOCIAÇÕES PRESTAM UM SERVIÇO QUE É DE RESPONSABILIDADE DO ESTADO. CUIDAR DA SUPERPOPULAÇÃO DE ANIMAIS.

Quem quiser ajudar, adotar, doar ração e outras coisas mais é só conferir nos links acima como fazer.

É isso,
Beijos para LL
Lídia :)

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